1. Que configuração de computador (hardware, software básico e software aplicativo) vocês indicariam para um administrador, que precisa utilizá-lo para as atividades normais de trabalho? Justifiquem a escolha.
Hardware:
Notebook,
por possuir mobilidade já que os dispositivos de entrada (teclado, drive de
dvd, web-cam, touch-pad, placa de rede), saída (monitor, drive de dvd, placa de
rede), processamento e armazenamento básicos estão integrados em um único
produto.
O
processador escolhido seria um Intel Core i5 ou equivalente por possuir um bom
custo benefício (linha intermediária da Intel, entre i3 e o i7) e possuir
capacidade de processamento suficiente para as atividades diárias realizadas
por qualquer tipo de administrador. O Notebook ainda apresentaria 4GB de
memória RAM, para auxiliar o processador e permitir que vários aplicativos
sejam utilizados ao mesmo tempo pelo usuário. O armazenamento secundário poderia
ficar a cargo de um HD com capacidade de 500GB, para que o usuário possa
armazenar todos os arquivos gerados no dia a dia. A tela deve ser igual ou maioria
15', para proporcionar maior conforto após horas contínuas de uso.
Software
Básico:
O
software básico recomendado seria o Windows 7, apesar da versão mais nova, o Windows
8 já estar no mercado, alguns aplicativos antigos que podem ser utilizados pelo
administrador podem não ser compatíveis ou apresentar bugs ao serem utilizados.
O
Windows possui uma interface amigável e que já é conhecida pela maioria
daqueles que utilizam computadores em casa e no trabalho.
Software
Aplicativo:
Como
software aplicativo indicaria o navegador web Google Chrome, fornecido pelo
google, o cliente de e-mail Outlook, e a suíte de aplicativos Microsoft office,
que contém aplicativos de edição de textos(Word), planilhas eletrônicas(Excel),
criação de apresentações(PowerPoint), banco de dados(Access), entre outros.
2. Relatem experiência de componentes do grupo com situações positivas e / ou negativas na utilização de serviços suportados por tecnologia de informação e comunicação - TIC. Deve ser citado caso para cada componente. Citem casos específicos e não generalidades.
Google
Maps:
“Graças à Tecnologia da Informação, pude me situar em
uma viagem, através de um programa de mapas utilizado no celular. O programa
estava conectado a um satélite que fornecia o mapa e os melhores caminhos para
uma viagem que fiz para o interior da Bahia. Como não conhecia a região, o
programa acabou sendo de enorme ajuda, pois me proporcionou as direções
corretas da viagem.”
Dropbox:
“Apesar das dificuldades
por parte de alguns funcionários na empresa que eu trabalho, a cultura de uso
do dropbox se tornou uma experiência realmente positiva no dia a dia do
escritório, colaborando com o processo da coleta de dados, pesquisa e gestão do
conhecimento. ’’
Falta de energia:
“Utilizei
meu computador e fui dormir, deixando-o ligado para baixar dados da internet. Houve
uma queda de energia durante a madrugada e pela manhã notei que o computador
estava desligado. Quando tentei ligá-lo, imagem nenhuma foi mostrada na tela. Levei
o computador para uma assistência e após três dias, fui informado que a minha
placa mãe e o meu processador estavam queimados. A placa de vídeo, o cooler e o
monitor não funcionavam mais.”
Clonagem de cartão:
“Após uma compra na internet, tive o cartão de crédito
clonado. Sacaram da minha conta R$ 2 mil. A empresa do cartão entrou em contato
porque viu gastos que não tinham a ver com o meu perfil. Tinha o nome de
estabelecimentos que eu não reconhecia e compras que não eram minhas.
Logo o meu cartão foi bloqueado e substituído por outro e fui reembolsada pelo
Santander.”
Youtube:
“Através do site Youtube tenho realizado uma grande vontade minha: aprender a cozinhar. Através
de vídeos postados no site por outros usuários consigo aprender desde receitas
simples a técnicas que os cozinheiros utilizam, como por exemplo, cortar
cebolas sem chorar.”
Google Docs:
"Trabalhei em um grupo de pesquisa da Universidade onde fizemos uma aplicação de um questionário como um dos instrumentos de uma pesquisa. Para tanto, utilizamos como meio de tabulação dos dados o Google Docs, uma plataforma da companhia Google que dentre suas funções exibe planilhas que podem ser editadas de qualquer local com acesso a internet o que permitiu que o trabalho fluísse com maior agilidade e assertividade, já que poderíamos trabalhar em casa, com maior flexibilidade e interferir no trabalho dos companheiros afim de realizar um trabalho melhor. "
Google Docs:
"Trabalhei em um grupo de pesquisa da Universidade onde fizemos uma aplicação de um questionário como um dos instrumentos de uma pesquisa. Para tanto, utilizamos como meio de tabulação dos dados o Google Docs, uma plataforma da companhia Google que dentre suas funções exibe planilhas que podem ser editadas de qualquer local com acesso a internet o que permitiu que o trabalho fluísse com maior agilidade e assertividade, já que poderíamos trabalhar em casa, com maior flexibilidade e interferir no trabalho dos companheiros afim de realizar um trabalho melhor. "
3. Quais as tendências da TIC (Tecnologia de Informação e Comunicação) para os próximos anos e como as organizações irão se beneficiar disso.
Com
o rápido desenvolvimento da tecnologia e a previsão de que o mercado mundial de TI alcance US$ 3,5 trilhões no fim do ano que vem, a
tecnologia da informação já não deve mais ser encarada como uma preocupação
exclusiva dos CIOs,
e sim de todos os funcionários e executivos das empresas.
Pesquisas
de consultorias importantes como a Gartner apontam as principais tendências das
TIC nos próximos anos, causando grande transformação no ambiente
organizacional.
Integrar as equipes de TI com
as equipes operacionais, de forma a facilitar o gerenciamento desses grupos e
aumentar a produtividade. Desta forma os executivos podem trabalhar melhor com
orçamentos apertados e estruturar melhor a verba para compra de novos
equipamentos e software;
Outra tendência apontada é a
capacidade de lidar com a produção e o acesso à informação nas mídias sociais.
Até 2015, 80% das empresas não saberão abordar a realidade colaborativa da
internet, o que deve impulsionar os gastos nessa área;
Buscar tecnologias que
identifiquem e consigam funcionar de acordo com os padrões de comportamento do
mercado. O estudo acredita que os executivos precisarão cada vez mais de
ferramentas que prevejam os períodos de baixa demanda, para que a produção
possa ser ajustada;
Até 2016 todas as empresas
usarão computação em nuvem. Nos próximos anos as relações de consumo de
tecnologia vão se alterar e cada vez mais as companhias buscarão formas de
fornecer pela internet. Até 2014 o mercado de cloud computing terá receita de
US$ 148,8 bilhões;
As tecnologias de
geolocalização serão uma grande oportunidade para o mercado de
telecomunicações, que mudará de negócios baseados em serviços para baseados em
aplicações. Acredita-se que o mercado de ferramentas de geolocalização
alcançará receita de US$ 215 bilhões até o fim de 2012, enquanto cerca de US$
150 bilhões do orçamento de serviços das operadoras de telecom serão
transferidos para aplicações.
Os assuntos relacionados a
sustentabilidade também atingirão o mercado de TI. Existe o pensamento de que a
emissão dos gases causadores do efeito estufa será o principal gasto com
conformidade das empresas do setor pelos próximos cinco anos.
4. Façam uma descrição sucinta dos ambientes de redes de computadores que os componentes da equipe utilizam – uso pessoal e no trabalho. Utilizem os termos técnicos adequados, aprendidos no módulo de Redes de Computadores.
O conceito de rede de computadores consiste em um conjunto de hardware,
software e dispositivos em outras localidades interligados entre si que
compartilham recursos e realizam transferência eletrônica de dados.
Quanto aos tipos de redes de computadores, podemos classificar de acordo
com a área física em:
- Redes
locais (Lan): é um conjunto de hardware e
software que permite a computadores individuais estabelecerem comunicação entre
si, trocando e compartilhando informações e recursos. Tais redes são denominadas
locais por cobrirem apenas uma área limitada (10 km no máximo) .
- Redes remotas (Wan, Man, Ran): A rede de longa distância ou remota (WAN
- Wide Area Network) consiste normalmente na conexão de duas ou mais redes
locais, geralmente em uma área geográfica ampla. Por exemplo, a matriz e a
fábrica de uma companhia podem estar localizadas em uma cidade, mas o
escritório de marketing em outra. Cada área precisa de recursos, dados e
programas locais, mas também precisa compartilhar dados com a outra área,
porque a divisão de marketing recebe pedidos de produtos e insere-os
diretamente no sistema de computador. A rede remota também permite que o
pessoal de marketing acesse informações contábeis atualizadas e os pedidos
recebidos.
Em relação ao modo de interação entre os diversos tipos de redes são
classificados em:
- Relacionamento cliente/servidor: As estações
de trabalho enxergam apenas o servidor, mas não consegui enxergar os demais
clientes.
- Ponto-a-ponto
(Peer-to-peer): As estações de trabalho podem enxergar os demais clientes para
atuarem simultaneamente como estações de trabalho e servidores.
- Mistas:
são estruturas de rede baseado em servidor, ao qual é acrescentado o software
necessário para algumas estações de trabalho se enxergam umas às outras.
Em relação ao hardware da rede de computadores, destacamos:
- Placa de rede
- Gerenciadores de conexão
- Dispositivos clientes
- Repetidor
- Modem
- Porta de ligação
As redes de computadores geralmente possuem informações particulares que
só estão disponíveis por meio de senhas. Além disso, é de fundamental
importância realizar backup e criptografia dos dados e ter atenção com a
infraestrutura que relacionada à parte elétrica como: filtro de linha,
estabilizador e nobreak.
5. Façam uma descrição sucinta de cloud computing ou computação em nuvem. Citem exemplos de aplicações práticas.
Quando se fala em computação nas nuvens, fala-se na possibilidade de
acessar arquivos e executar diferentes tarefas pela internet. Quer dizer, não
se faz necessário instalar aplicativos no computador pessoal para tudo, pois
podemos acessar diferentes serviços online para fazer o que precisamos, já que
os dados não se encontram em um computador específico, mas sim em uma rede.
Uma vez devidamente conectado ao serviço online, é possível desfrutar
suas ferramentas e salvar todo o trabalho que for feito para acessá-lo depois
de qualquer lugar — é justamente por isso que o seu computador estará nas
nuvens, pois você poderá acessar os aplicativos a partir de qualquer computador
que tenha acesso à internet.
A partir de uma conexão com a internet, podemos acessar um servidor
capaz de executar o aplicativo desejado, que pode ser desde um processador de
textos até mesmo um jogo ou um pesado editor de vídeos. Enquanto os servidores
executam um programa ou acessam uma determinada informação, o computador
precisa apenas do monitor e dos periféricos para que o usuário interaja.
Um
exemplo perfeito de computação em nuvens são os serviços de sincronização de
arquivos, como o Dropbox,
que é um dos serviços mais eficientes nesse sentido. Com ele, tudo o que o
usuário precisa fazer é reservar um espaço do disco rígido, o qual será
destinado para a sincronia nas nuvens. Ao copiar ou mover um arquivo nesse
espaço, ele será duplicado no servidor do aplicativo e também em outros
computadores que tenham o programa instalado e nos quais o usuário possua uma
conta.
6. Como vocês
percebem a utilização de Gestão do Conhecimento nas organizações?
Dentre
os desafios mais eminentes da gestão das organizações, quando o assunto é
gestão do conhecimento ou knowledge
management, a realidade é tão
interessante quanto desafiadora. Os aspectos da gestão, unidos ao aquilo que é
objeto do desenvolvimento humano: o conhecimento.
Na
relação ‘sujeito’ e ‘objeto’ (homem e conhecimento), quem influencia, forma ou
determina o que? Reflexões a cerca desse ponto são as bases para as possíveis
tentativas do que seria a apropriação do conhecimento. Além disso, o que é
conhecimento? Como definir o que se deve registrar, apropriar, aprender e
ensinar?
Do ponto de vista prático das
organizações atuais, numa definição rápida e pouco profunda, podemos processo
de gerir conhecimento como sendo um meio em que as organizações mensuram e
compilam uma parcela de seu capital intangível: conhecimento. Essa é uma
definição que surgi lastreada pelas novas formas de organização que são
pautadas nele – conhecimento – para criar e produzir bens e serviços, de
maneira a suprir necessidades demandadas pela sociedade.
7. Qual a importância para as organizações das redes sociais atualmente em uso na Internet? Citem casos específicos.
Imagine
milhões de potenciais consumidores reunidos em um espaço para troca de
informações, ideias e conceitos. O seu público alvo a alguns cliques de
distância, e o seu produto anunciado de uma forma instantânea e efetiva. O
resultado que as mídias tradicionais proporcionavam por um alto custo, as novas
mídias online estão superando. E o melhor de tudo: a um custo bem menor.
As mídias sociais se tornaram um
verdadeiro fenômeno. Blogs, Orkut, Facebook, Twitter, fóruns, e-groups, instant
messengers, wikis e sites de Sharing (YouTube, Flickr) são visitados
diariamente por 2/3 da população global. No Brasil, 80% dos usuários da rede
usam as mídias sociais, e o tempo gasto nos sites de relacionamento tem
crescimento três vezes superior à média da internet.
As pessoas buscam nas mídias sociais um espaço para compartilhar experiências, encontrar pessoas e aumentar suas redes de contato. Surgiram comunidades de diversos assuntos, agrupando usuários por gostos, opiniões e interesses. Não demorou muito para as empresas descobrirem que essas redes poderiam ser uma forma eficiente e rápida para divulgar sua marca e ainda estreitar a relação com os clientes.
As empresas utilizam essa estratégia de marketing para tornar a marca mais acessível aos seus clientes, inserindo-a no dia-a-dia do seu consumidor e informá-los de todas as atualizações, desde os lançamentos de produtos até promoções e ofertas. Torna-se uma forma interativa, e em tempo real, de estar em constante contato com o cliente, que pode dar suas sugestões e fazer suas reclamações. Entre as vantagens está o feedback imediato da aceitação do produto e da marca. É possível dizer que as mídias sociais tornaram as relações entre empresas e clientes, que antes eram estritamente comerciais, em relações sociais.
Hoje, as experiências mais bem-sucedidas em redes sociais mostram que o caminho, depois de aberto, melhora o atendimento ao consumidor, cria novos canais de venda e ajuda até mesmo na concepção de novos produtos. Até o poder “fiscalizador” das redes sociais acaba gerando efeitos positivos para o negócio, como vem acontecendo com o Bradesco.
“Hoje, o cliente recebe uma mensagem minutos depois de fazer um comentário
negativo no Facebook ou no Twitter”, afirma Luca Cavalcanti, diretor de canais
digitais do banco. Um dos efeitos das redes sociais no banco foi o surgimento
de duas categorias de clientes.
Os que continuam fazendo suas reclamações pelo telefone esperam, em média,
até dois dias por uma solução. Muitos daqueles que recorrem às redes sociais
veem suas demandas atendidas em algumas horas. Como essa mudança não passou
despercebida pelo público, a média mensal das ligações ao SAC do Bradesco caiu
de 455 000, em 2011, para 260 000, neste ano.
Não deixa de ser curioso que uma ação defensiva — proteger o banco de
críticas — tenha servido para melhorar o serviço de relacionamento com os
correntistas, pelo menos com a fatia das redes sociais.
Se melhorar o relacionamento com a clientela é uma forma quase óbvia de
aproveitar o poder das redes sociais, as empresas estão descobrindo que elas
são a forma mais simples de atingir uma espécie de nirvana da inovação — o
crowdsourcing, expressão sem tradução para o português que significa “usar a
inteligência coletiva para resolver problemas”.
No mundo do compartilhamento,
denominado web, a privacidade paira no campo do relativo. Primeiro porque
vivemos um momento de rápidas evoluções e transformações em que, aqui é está
dito e consagrado hoje, poder-se-á minar amanhã. A web 2.0, composta pelas
redes sociais, blogs e afins, já se vê “superada” segundo alguns consultores, por
o que seria uma terceira geração em que, na falta das mencionadas definições,
tende-se a simplificar e codificar como 3.0. Mas é certo que não há um divisor
de águas entre um presente e um futuro tão claro assim. Isso é um reflexo da
velocidade de transformação pelas quais passamos diariamente. Segundo, porque
não há uma legislação específica, por exemplo, para crimes virtuais. Embora não
seja diretamente essa a problemática, “uma coisa leva a outra”. A ausência
(assim como a presença) de legislação tende a determinar/influenciar as ações
na rede.
A característica marcante do movimento que vive a World Wide Wed, é o de que vida pessoal e dados pessoais seguem cada vez mais sendo compartilhados. Na tentativa de facilitar ou aperfeiçoar os tramites do dia-a-dia, cada vez mais pessoas virtualizam suas atividades. Seja ela do trabalho, pessoal, grupal, etc. Pagamos contas pela web, nos relacionamos por ela e trabalhar então, nem se fala. Daí o número crescente de dados pessoais depositados na rede. A internet veio para conectar aquilo que, antes, faziam solitariamente as pessoas em seus computadores. Aquilo que antes era seu e somente seu (ou de quem mais você queira), hoje, se está na rede, a decisão de quem tem acesso não está nas mãos de quem publica. Engana-se quem acha que política de privacidade e mecanismos de restrição proporcionados pelos apps que cotidianamente usamos, nos imuniza e dá privacidade. Tudo se trata de programação e aquilo que foi feito para proteger, rapidamente pode se tornar de livre acesso.
A característica marcante do movimento que vive a World Wide Wed, é o de que vida pessoal e dados pessoais seguem cada vez mais sendo compartilhados. Na tentativa de facilitar ou aperfeiçoar os tramites do dia-a-dia, cada vez mais pessoas virtualizam suas atividades. Seja ela do trabalho, pessoal, grupal, etc. Pagamos contas pela web, nos relacionamos por ela e trabalhar então, nem se fala. Daí o número crescente de dados pessoais depositados na rede. A internet veio para conectar aquilo que, antes, faziam solitariamente as pessoas em seus computadores. Aquilo que antes era seu e somente seu (ou de quem mais você queira), hoje, se está na rede, a decisão de quem tem acesso não está nas mãos de quem publica. Engana-se quem acha que política de privacidade e mecanismos de restrição proporcionados pelos apps que cotidianamente usamos, nos imuniza e dá privacidade. Tudo se trata de programação e aquilo que foi feito para proteger, rapidamente pode se tornar de livre acesso.

