No que diz respeito as disputas de mercado e ganhos (contábeis ou financeiros), é sabido que as questões de competitividade implicam no direcionamento das atividades das grandes corporações. A teoria dos jogos e as formas de ganhar, os monopólios e as alianças de mercado, todos esses são componentes da áurea criada pelas firmas para as disputas de mercado. Sem falar na marcante pressão pelas quais passam aquelas que estão dia-a-dia lidando com algo chamado "concorrência".
A corrida para o desenvolvimento organizacional, seja para uma grande produtora, ou prestadora de algum serviço, é hoje agenda da gestão das organizações e acirra ainda mais essas disputas já comentadas. Empresas que buscam no mercado mão de obra "hiper qualificada" (muitas vezes fazendo 'head hunter' com membros de empresas concorrentes); o incessante e árduo trabalho com a chamada gestão do conhecimento. Enfim, todos esses incrementos fazem com que empresas concorrentes travem uma verdadeira batalha de gladiadores em busca de maior faturamento e melhor desempenho no mercado.
O lado positivo de toda essa disputa está, de alguma forma, nas sínteses geradas por cada um desses processos, ou seja, cada produto e serviço criado por cada uma dessas empresas que, por consequência dos fatos, tendem a sempre caminhar rumo as melhorias e aperfeiçoamentos. É o que acontece por exemplo com as empresas de tecnologia Samsung e Apple em sua 'maratona' para comunicação móvel e desenvolvimento de Gadgets de um modo geral. A disputa de patentes entre grandes desenvolvedoras de tecnologia trazem, por um lado, os limites da apropriação, mas por outro, o estimulo a superação por parte dos competidores de mercado. Recentemente a Samsung e a Apple travaram uma batalha no campo judicial envolvendo questões de patentes. Não querendo aqui levantar defesas e muito menos acusações, o fato é que, para além dessas disputas, há uma perspectiva de uma síntese positiva no final das contas. Embora existam outra críticas quanto a forma de condução dos processos das grandes desenvolvedoras de tecnologia - e das grandes corporações em geral - mas também não querendo aqui entrar no mérito, novamente os produtos finais desses fatos geradores trazem benefícios externos ao mundo da tecnologia, a exemplo dos inúmeros modelos 'Galaxy' e 'iPhone', exemplos de produtos com alto nível de conhecimento tecnológico.
A gestão de conflitos internos a caminho das disputas externas é, nesse cenário, pauta essencial para todos esses resultados. Dessa forma, a administração e o seu cabedal de possibilidades e instrumentos para guiar os processos necessários a esse desenvolvimento, se torna peça fundamental e potencial influenciadora dos caminhos das novas tecnologias. Os limites, tanto no que tange ao desenvolvimento tecnológico de fato, e a gestão desse desenvolvimento, são e devem ser pautados pelos princípios da ética e dos valores empreendidos em cada uma das organizações. Sendo assim, o mero desenvolvimento de tecnologias por simples disputa e apreço pela acumulação de valores de troca, não se compõem como objetivo nobre para uma evolução tecnológica tão desejada. A sociedade, grande meio dessas produções, não podem, de sobremaneira, ficar a quem desse desenvolvimento.
Por Joaquim Neto.
Como fazer então essa conciliação? Esse é um dos vários desafios da gestão de tecnologias.
As matérias que discutem esses tópicos dentro dos seguimentos profissionais em questão, são de extrema importância. A medida em que se discute e se estudam as questões, as especificidades de uma e de outra tendem a diminuir e assim caminharmos para as possibilidades de solução.
Seguimos em ADM 203 para buscar essa capacitação através da ampliação de conhecimentos na área de tecnologias, sob a óptica administrativa.

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